O presidente Donald Trump anunciou esta semana o lançamento do programa “Trump Gold Card”, que oferece uma alternativa inédita para estrangeiros obterem residência nos Estados Unidos mediante pagamento milionário.

O programa é dividido em três modalidades principais:

  1. Gold Card Individual: exige US$ 1 milhão como contribuição ao Tesouro americano para acelerar a concessão de residência. O processo inclui avaliação de segurança e promete a residência “em tempo recorde”.
  2. Gold Card Corporativo: permite que empresas patrocinem trabalhadores estrangeiros mediante US$ 2 milhões por funcionário, com vantagens semelhantes de agilidade no visto.
  3. Platinum Card (em lançamento futuro): estimado em US$ 5 milhões, oferece benefícios adicionais, como a possibilidade de permanecer até 270 dias por ano nos EUA sem pagar imposto sobre rendimentos obtidos fora do país.

O programa, que já está disponível no site oficial trumpcard.gov, difere do tradicional visto EB‑5, pois não exige criação de empregos diretos nem investimento produtivo nos EUA. Especialistas apontam que, embora esteja ativo, algumas partes ainda podem enfrentar desafios legais, especialmente quanto à tributação e implementação plena pelo Congresso.

Analistas destacam que a iniciativa busca atrair estrangeiros com alto poder aquisitivo, mas levanta questões sobre justiça social e acesso ao sistema migratório americano.

Esta novidade vem sendo amplamente comentada internacionalmente, colocando o “Trump Gold Card” como um dos assuntos mais polêmicos do atual cenário político e econômico dos EUA.