Vivemos em uma sociedade que valoriza o sucesso material e o acúmulo de bens, mas será que isso é o que realmente importa na vida? Muitas vezes, somos levados a acreditar que a felicidade está em ter mais dinheiro, um carro novo ou uma casa maior. No entanto, quando olhamos para trás, percebemos que as coisas mais valiosas são aquelas que não podem ser compradas. As relações humanas, o tempo de qualidade com a família e amigos, e as experiências que nos enriquecem são, na verdade, os maiores tesouros que podemos possuir.

O problema é que a busca incessante por status e riqueza pode nos afastar do que realmente importa. Em nossa correria diária, deixamos de valorizar momentos simples e significativos, como um pôr do sol, uma conversa franca ou um abraço sincero. A pandemia de COVID-19, por exemplo, nos mostrou que a saúde e a convivência com as pessoas que amamos são os verdadeiros pilares da nossa felicidade. Ela nos fez refletir sobre nossas prioridades e sobre como temos gasto nosso tempo e energia.

Portanto, é crucial repensar nossos valores e focar no que realmente importa. Em vez de perseguir objetivos superficiais, devemos cultivar relações autênticas, cuidar de nossa saúde física e mental, e buscar um propósito que nos traga realização. Afinal, ao final de nossas vidas, não serão os bens materiais que nos trarão conforto, mas sim as memórias dos momentos vividos e das conexões verdadeiras que construímos ao longo do caminho. É a qualidade das nossas experiências e a profundidade das nossas relações que definem o que realmente importa na vida.


Laine Furtado – Publisher & Editor at Large