Desde o tempo em que as estrelas não tinham que concorrer com outras fontes luminosas, os seres humanos são fascinados com o céu noturno. Essa admiração, que se transformou em cultura milenar, perdurou através dos tempos, mesmo com os avanços tecnológicos, e o que era reverência se transformou em curiosidade.

Hoje, fenômenos como o último eclipse solar do dia 8 de abril, observado apenas no hemisfério norte, atraem multidões do mundo inteiro. No entanto, a grande variedade de corpos celestes — como asteroides, cometas, meteoroides, meteoros e meteoritos — pode confundir às vezes a compreensão dos astrônomos de fundo de quintal.

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