Já falamos aqui sobre os hormônios da felicidade e do bem estar. Mas você sabe como estimular a sua produção? Você já se perguntou quais são as atividades que fazem você se sentir mais alegre?

E já se perguntou, também, sobre a razão pela qual elas têm esse efeito em você? Isso acontece, em boa parte, porque essas atividades estimulam a produção dos “hormônios da felicidade”: são os neurotransmissores que regulam o humor e bem-estar emocional.

É, literalmente, o efeito emocional positivo gerado por um estímulo químico no cérebro.

Temos como influenciar positivamente a produção desses nossos “hormônios da felicidade” por meio de estratégias comportamentais – que são mais simples do que você imagina!

Seus hábitos são, ao mesmo tempo, causa e consequência de como você se sente – e dos neurotransmissores que você produz. Veja alguns exemplos de atividades cotidianas e prazerosas, que podem estimular a produção desses neurotransmissores e melhorar seu dia!

A Dopamina, conhecida como o “hormônio do prazer”, é estimulada ao ouvir música, dormir e pelo ato de estabelecer e cumprir metas.

Já a Ocitocina, o “hormônio do amor”, pode ser aumentada ao abraçar alguém, namorar, estar com amigos e fazer atos de generosidade.

A Serotonina, relacionada ao humor e bem-estar, é estimulada pelas atividades na natureza, meditação, oração e ao saborear uma bela refeição.

E a Endorfina, nosso “analgésico natural”, reduz a percepção de dor e promove a sensação de relaxamento e bem-estar. É liberada ao rir, dançar, praticar exercícios físicos e até ao comer chocolate amargo.

Lembre-se: mesmo as pequenas mudanças em sua rotina fazem diferença em seu bem-estar emocional. Atividades que gerem prazer e satisfação devem ser parte de uma vida emocionalmente saudável. Faça uma reflexão e descubra maneiras de lidar melhor com suas emoções e construir uma vida mais equilibrada e significativa, que tenha espaço para essas atividades – e para o bem que elas promovem.


DRA. ANDREA LADISLAU é psicanalista e especialista em saúde mental e comportamental. Ela escreve para vários veicuilos de comunicação no Brasil.