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Dias melhores virão: Não basta apenas ser otimista, é preciso ação

De Eliana Barbosa
@elianabarbosapsicoterapeuta

Neste mundo em que vivemos, ser otimista é muito bom, mas não basta. É só o início de um processo de realizações, que começa no otimismo, em que você vai acreditar no melhor, e termina nas atitudes, em que você vai agir e fazer o melhor, passando pelo caminho do entusiasmo, que é aquela força interna (do grego – “sopro divino”) que o leva à ação.

De nada adianta uma pessoa ficar dizendo que tem esperanças que as dificuldades vão passar, tem fé num Poder Maior que a tudo guia, se ela não fizer a sua parte, não colocar em sua vida a garra, o esforço, o trabalho, porque como diz o ditado, “sucesso só vem antes de trabalho no dicionário”.

Na vida pessoal, presenciamos vários exemplos de relacionamentos que aparentemente têm todos os ingredientes para dar certo, mas que não são cultivados, regados com amor e atenção e, depois, os envolvidos reclamam que não sabem porque o casamento se desfez, ou a amizade com os filhos enfraqueceu… é claro, faltou ação no sentido de, além de acreditar que a felicidade existe, fazê-la acontecer!

Temos ainda um péssimo hábito de culpar o mundo, as mudanças externas, a falta de oportunidades pelos nossos fracassos e, enquanto ficamos nos lamentando da falta de “sorte”, as ocasiões favoráveis de crescimento vão passando à nossa frente e não as enxergamos.

Na vida profissional, encontramos pessoas com um potencial enorme de progresso e que, por falta de visão ou por puro comodismo, deixam-se levar por negativismo, inveja, maledicência e tantos outros defeitos morais e não agarram as oportunidades que passam, constantemente, em busca de pessoas empreendedoras e que sabem aonde querem chegar.

Conheço uma história que conta que, certa vez, dois irmãos foram admitidos em uma Empresa, na função de faxineiro, visto que tinham pouca instrução. Um dia, foi oferecida a oportunidade para todos que a quisessem de, após o término do expediente, ficar até mais tarde e cursar o supletivo, por conta da Empresa. Um dos irmãos imediatamente agarrou esta chance. O outro, porém, acomodado à própria situação, disse: “Eu, hein, fazer hora-extra sem receber para isso?…”

Em outras ocasiões, a história se repetiu: oportunidades eram oferecidas – cursos de digitação, informática, noções de contabilidade, treinamentos em relacionamento humano, etc – um agarrava de frente a oportunidade, investindo seu tempo no desenvolvimento pessoal e profissional; o outro, sempre com “belas” justificativas para não ser “explorado”, apresentava desculpas das mais diversas tais como: “E o meu futebol, meu programa de televisão, o barzinho com os amigos, etc…” Passado algum tempo, aquele irmão que investira seu tempo, com afinco, em seu aperfeiçoamento, foi se destacando, tanto que à medida que foram surgindo vagas dentro da Empresa, a ele eram oferecidas. E isto o exigia mais ainda em empenho, e, prontamente, ele dedicava-se mais e mais. Tempos depois, chegou a ser promovido a gerente, não apenas mais um gerente, mas sim o melhor gerente da Empresa. E foi feita uma festa em homenagem ao rapaz. Na festa, alguém que não sabia do parentesco entre o ainda faxineiro e o então gerente, aproximou-se daquele e disse: “Formidável este gerente!” “É… e ele é meu irmão…”, disse o faxineiro. “Seu irmão?”, indagou, incrédulo, o interlocutor. “É… ele teve sorte na vida…!”, concluiu o faxineiro.

….

Para que a sua vida seja plena de sorte, no verdadeiro sentido da palavra – união da preparação com a oportunidade -, faça a sua parte, preparando-se, dando o melhor de si mesmo, dos seus talentos e das suas habilidades, e depois, aguarde, porque o Universo adora apoiar quem valoriza o esforço e a persistência.

O Universo adora apoiar quem sabe o que quer!

Neste caso, com certeza, dias melhores virão!

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