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As festas de fim de ano

De Debora Lousa
@deboralousa

No fim de ano, as festas se mul­tiplicam. São confraternizações com colegas de trabalho, estudos, grupos sociais! Sem contar os momentos em família como a ceia de Natal e o Réveillon. O Natal, que celebra o nascimento de Jesus Cristo, era comemorado em várias datas difer­entes, pois ninguém sabia ao certo a data exata do nascimento Dele.

Foi somente no século IV que instituiu-se o dia 25 de dezembro como a data oficial do Natal. As anti­gas comemorações chegavam a durar 12 dias, pois este era o tempo que os Reis Magos levavam para chegar até a cidade de Belém e entregar os presentes. Para os ateus (e pagãos da época), o dia 25 de dezembro rep­resentava também o final do solstício do inverno, quando haveria a noite mais longa do ano.

Tons de Natal que sempre estão em alta. Abuse do Gold e do Silver nos acessórios. Super Clássico.

Dessa madrugada em diante, o sol ficaria mais tempo no céu até o auge do verão. Esta seria então a noite do “renascimento”.

Já o Réveillon tem uma origem um pouco mais antiga. O Imperador Romano Júlio César impôs que o dia 1º de janeiro seria a “virada do ano” em 46 A.C. Janeiro era o mês dedica­do a Jano, o deus dos portões, aquele que visualizava o passado e o futuro, sendo ele o limite entre o antes e o depois. Mas nem todos os países adot­aram logo de cara esta data. Na idade média muitos dias foram considerados o primeiro dia do ano.

Em países como Inglaterra e País de Gales até o ano de 1751 o dia 25 de março marcava a virada do ano. Com a expansão da cultura ocidental em todo o mundo o calendário gre­goriano passou a ser adotado e foi globalmente declarado que no dia 1º de janeiro seria comemorado o Ano Novo. Mas até hoje, a simbologia é a mesma: renovação do ano, o início, um novo começo!

Pensando nisso, separamos para você algumas dicas de decoração para arrasar na sua festa de encerramento e marcar a memória dos seus colab­oradores. Vamos lá?

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