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Pare de se autodepreciar

De Eliana Barbosa
@elianabarbosapsicoterapeuta

A cada dia que passa mais me convenço de que o autoconhecimento é fundamental a todos os seres humanos, principalmente no combate à autodepreciação. Conhecer-se por dentro, saber a respeito de suas próprias emoções, virtudes e fraquezas, identificar suas afinidades e antipatias, e saber o porquê desses sentimentos são atitudes tão importantes quanto o alimento que nutre seu corpo.

Há um grande número de pessoas, especialmente mulheres, que vivem um exercício constante de autodepreciação, enfatizando seus próprios defeitos e dificuldades e vendo a vida com olhos de pessimismo e desesperança. São aquelas que cresceram com a autoestima deficiente, cujos pais e professores, ignorantes, viam suas qualidades como simples obrigação e seus erros, como falhas imperdoáveis.

Hoje, essas mesmas pessoas, consciente ou inconscientemente, se consideram incapazes de atos construtivos e, quando conseguem melhorar suas próprias vidas, não se julgam merecedoras e temem que algo trágico lhes aconteça, “quebrando o encanto”.

Muitas mulheres maduras, por exemplo, fogem do espelho porque acreditam mais nas propagandas que enaltecem a juventude e a magreza do que na própria beleza e encanto advindos da maturidade.

É muito difícil convencer uma pessoa autodepreciativa de seus valores individuais e talentos. Ela prefere viver comparando-se com os outros, quando o ideal seria comparar-se consigo mesma, apreciando as mudanças e as melhoras ocorridas com o passar dos anos.

Mudar seus pontos de vista a respeito de si mesmo não é tarefa das mais fáceis, porém, não é impossível.

Nas últimas décadas, terapias utilizando a PNL (Programação Neolinguística) e a Hipnose têm revelado resultados fantásticos; por meio delas, pessoas com problemas de autoestima podem fazer uma reprogramação cerebral, descobrindo por si mesmas os tesouros internos que possuem e os seus próprios recursos emocionais para desenvolverem em si aquele desejável sentimento de competência. Elas aprendem que viver bem é encarar os obstáculos da vida como simples etapas para a execução de um plano maior.

Assim, seja muito cuidadoso com seus autojulgamentos e aprenda a enfraquecer suas ideias autodepreciativas com a utilização da gratidão por tudo o que tem na vida e exercitando a autoconfiança e a autovalorização.

Como sabiamente diz a escritora Sarah Ban Breathnach, “não há nada que cause mais amargura do que a autodepreciação. Um sentimento que nos impede de ser felizes, independente do que tenhamos conseguido ou acumulado, ou dos braços em que dormimos.” E você, que me lê agora, o que tem feito nos últimos tempos para fortalecer sua autoestima? Pense nisso com carinho!!!

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