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Em ‘visita de estado’, coração de Dom Pedro I chega ao brasil relembra independência do país

CORAÇÃO DE DOM PEDRO I CHEGA AO PAÍS PARA AS CELEBRAÇÕES DOS 200 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

O coração embalsamado de Dom Pedro 1°, primeiro imperador do Brasil, chegou a Brasília no dia 22 de agosto para para as comemorações do bicentenário da independência do país).

O coração, que está conservado há 187 anos em um frasco de vidro com formol, viajou a bordo de um avião da Força Aérea Brasileira, trazido do Por­to, em Portugal, onde fica guardado na igreja de Nossa Senhora da Lapa

A Câmara Municipal do Porto autorizou a transferência do órgão preservado para as comemorações do bicentenário do Brasil. Moreira disse que a relíquia voltará a Portugal depois de aproveitar “a admiração do povo brasileiro”.

Quase dois séculos depois de sua mor­te, o coração de Dom Pedro I, que proclamou a independência do Brasil de Portugal e foi coroado seu primeiro imperador, chegou nesta segunda-fei­ra (22) em Brasília para uma “visita de Estado”, em meio às comemorações pelo bicentenário da independência.

A relíquia, que repousa em uma caixa de vidro dentro de uma urna dou­rada, foi recebida oficialmente pelo presidente Jair Bolsonaro, com honras militares, antes de ficar exposta por 17 dias no Palácio do Itamaraty.

“Será tratado como se Dom Pedro fosse vivo (…) tratamento de uma visita oficial, uma visita de Estado de um soberano estrangeiro ao Brasil”, afirmou Alan Coelho, ministro-chefe do Cerimonial do Itamaraty.

O Brasil se tornou uma nação inde­pendente com relativamente menos derramamento de sangue que as colônias espanholas na América.

Após a invasão de Portugal pelas tro­pas napoleônicas em 1807, a família real fugiu para o Brasil. Quando o monarca João VI voltou para Lisboa em 1821, deixou seu filho Pedro como regente. Em setembro do ano seguin­te proclamou a independência do Brasil e foi coroado como seu primeiro imperador, Pedro I.

Com a popularidade reduzida, em 1831 abdicou e voltou a Portugal, onde morreu três anos depois.

Preservado em formol por 187 anos, o coração do imperador permaneceu guardado na igreja da Lapa em Porto, onde pertence de fato.

No Brasil, um membro da polícia de Porto estará encarregado da transfe­rência da urna, que pesa nove quilos.

O coração ficará exposto em uma sala do Itamaraty junto com uma exposição sobre a vida de Pedro I. Retornará a Portugal no dia 8 de setembro, um dia após os brasileiros comemorarem 200 anos de indepen­dência.

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