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O que os filósofos falam da busca pela justiça no mundo?

Qual uma imensa árvore frutífera, a justiça demonstra obedecer a uma natureza peculiar, cuja missão é dar frutos proporcionais aos cuidados que a cercam através do tempo, fazendo-a se manifestar, paciente e inabalável.

O assunto é antigo e problemático, dividindo as pessoas por seus julgamentos neste campo, muitas têm a opinião de que a justiça de fato está presente, outras, no entanto…

Mas que tipo de justiça pode, a despeito de certa “demora”, manter-se fiel em seus princípios ao observar quem quer que seja sem fazer distinção?

Há mesmo um tipo de justiça que alcance a menor das infrações pessoais ou o mínimo gesto virtuoso e responda invariavelmente à altura, debaixo da clara luz das evidências ou na espessa escuridão do segredo?

Talvez seja o momento de levantar o tocheiro sobre as compreensões de alguns pensadores de considerável estatura intelectual e moral, a fim de estimular a reflexão acerca daquilo que um dia pensaram, e as experiências por nós vividas, desde que as retiremos do baú do esquecimento, numa espécie de exercício que tem por objetivo confrontar teoria e prática:

“Nasce o castigo no momento mesmo em que nasce o pecado.”, Hesíodo (770-700 a.C.); “O castigo segue de perto o pecado.”, Platão (428-347); “O primeiro castigo do culpado está em não poder absolver-se a seus próprios olhos.”, Epicuro (341-270 a.C.); “Tal o efeito maravilhoso e irresistível da consciência, obriga-nos a nos denunciarmos, a combatermo-nos a nós mesmos.” Montaigne (1533-1592).

Confira o texto completo de Armando Correia de Siqueira Neto no site linhaaberta.com.

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