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Nova variante da covid-19 deve atrasar recuperação econômica até 2023, segundo a Onu

Uma nova projeção divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) no relatório “Situação e Perspectivas Econômicas Mundiais de 2022” espera que a produção global deverá desacelerar neste e no próximo ano.

Após expandir em 5,5% em 2021, a previsão de crescimento para este ano é de apenas 4% e para 2023 de 3,5%. Isso se deve, principalmente, ao contínuo avanço da variante Ômi­cron em todo o mundo, prejudicando as atividades econômicas e freando a recuperação dos setores.

A cepa atinge a retomada da economia mas também, segundo os estudos da ONU, deve trazer novos desafios no mercado de trabalho, assim como pressões inflacionárias e atrapalhar na produção em cadeia de produtos.

O índice de emprego deve continuar inferior ao patamar pré-pandemia nos próximos dois anos, prejudicando países desenvolvidos e em desenvol­vimento.

O estudo mostra que, seguindo esta projeção, o Brasil deverá possuir a segunda maior taxa de desemprego entre os países avaliados da América Latina, atrás apenas da Costa Rica. Países da América Latina devem sen­tir um impacto maior e mais prolon­gado, no geral, em comparação às nações mais ricas.

A ONU prevê em seu relatório que o Brasil deve crescer economicamen­te 0,5% neste ano e 1,9% em 2023, avaliado como um país em desen­volvimento, assim como China, Índia e outros.

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