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As previsões escatológicas feitas em 1977 no best-seller Israel, Gogue e o Anticristo, continuam mais atualizadas do que nunca

De Abraão de Almeida

1977 < 44 ANOS > 2021

Fui pioneiro, no Brasil, a analisar Ezequiel 38 e 39 – a Rússia e seus aliados invadindo Israel e travando sangrentas batalhas nas montanhas daquele país – nas montanhas e não no Vale do Armagedom. Desde 44 anos atrás, todas as mudanças geopolíticas ocorridas no mundo só fortaleceram minhas previsões. Vejamos:

  1. A aliança entre a China, a Rússia e o Irã ganhou força com a humilhante derrota norte-americana no Afeganistão.
  2. A ameaça chinesa de ocupar Taiwan e algumas ilhas japonesas, além de pressionar o Vietnã e as Filipinas, está provocando uma forte reação militar do Japão, da Austrália e dos países ocidentais.
  3. Poderosas armadas da Inglaterra, dos Esta­dos Unidos, da Índia e de outros países estão se dirigindo ao mar do Sul da China.
  4. A OTAN, com um olho na Rússia e outro na China, permite que seus países mem­bros também avancem com suas esquadras para a mesma convulsionada área ao Sul da China…
  1. Há ameaça de guerra iminente entre Índia e China e entre Israel e Irã.
  2. Em 31 de agosto de 2021, o Reino Unido e os Estados Unidos deram a Israel sinal verde para retaliar o Irã.

O profeta Ezequiel revela na sua profecia dos capítulos 38 e 39, que Israel não contará com o socorro dos seus aliados, como o Reino Unido e os EUA, tendo em vista o enfraquecimento desses países, como se vê hoje. O profeta menciona a reação de alguns países amigos dos judeus, e diz que todos os mercadores de Társis (hoje Gibraltar, uma referência à Inglaterra), e todos os seus leões fortes (ex-colônias britânicas, como EUA, Ca­nadá e Austrália), apenas protestarão: “Você veio para tomar despojos? Você reuniu essa multidão para saquear, levar embora prata e ouro, tomar o gado e os bens e apoderar­-se de muitos despojos?” (38.13). Mas Deus lutará por Israel.

É sabido que Deus usa seus profetas para anunciar os desígnios dele às potências mundiais, como ocorreu com José no Egito e Daniel na Babilônia. Mais recentemente, antes da independência dos EUA, ocorrida em 1776, Deus deu a George Washington uma visão de cinco guerras envolvendo a nação norte-americana. “Filho da América, vê…”, e lhe mostrou duas guerras dentro do país – a da Independência e a do Norte contra o Sul – e duas vindas da Europa – as guerras mundiais de 1914-1918 e de 1939-1945. A quinta guerra viria do Oriente. Falta pouco para o cumprimento final dessas visões, pelo que se vê hoje.

A boa notícia é que todo esse alvoroço entre as nações mostra que estamos no princí­pio das dores de parto, de Mateus 24.6-8: “Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das do­res. Lemos em Lucas 21.11: “Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em vários lugares, e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu”.

Quero destacar que a expressão “início das dores” se refere a perseguições, terremotos, vulcões, fomes e pestes, etc.. São as dores de parto, pois nascerá o Milênio, o triunfante Reinado de Jesus na terra. Dessas dores de parto a igreja sofrerá apenas as primeiras contrações, pois o seu Rapto se aproxima. Is­rael e as demais nações, e mais os “deixados para trás” sofrerão as angústias da ira divina derramada no “dia da vingança do Senhor” – a grande tribulação – que não será para nós, pois estamos debaixo da graça de Deus, e não debaixo da ira dele.

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