Harry e Meghan não vão voltar a ser membros ativos da família real

HARRY E MEGHAN AGORA MORAM NA CALIFÓRNIA. RECENTEMENTE O CASAL ANUNCIOU QUE ESTÁ ESPERANDO O SEGUNDO FILHO.

O príncipe Harry e sua esposa a duquesa de Sussex, Meghan Markle, não vão voltar a ser membros ativos da família real, ou seja, não terão compro­missos oficiais e responsabilidades de membros da realeza britânica, segundo o Palácio de Buckingham.

A rainha Elizabeth confirmou que o casal não vai continuar “com as responsabilidades e deveres inerentes a uma vida de serviço público”, embora continuem sendo “membros muito que­ridos da família”.

O casal afirmou que “o serviço (que prestam) é universal” e ofereceu­-se para continuar a apoiar as organi­zações que eles representavam como membros da família real.

Harry e Meghan disseram em janei­ro passado que iriam se afastar de seus cargos como membros da realeza “sê­nior” e tinham planos para se tornarem financeiramente independentes.

O casal, que agora mora na Califór­nia, renunciou formalmente em março do ano passado, com um plano de re­visar os acordos feitos após 12 meses. A confirmação da renúncia significa que o príncipe Harry e Meghan retornarão suas nomeações militares honorárias e patrocínios reais, que serão redistribuí­dos aos membros ativos da família real.

No acordo fechado no ano passa­do, o casal desistiu de usar os títulos de Sua Alteza Real, mas Harry vai manter o título de príncipe, porque é um título que recebeu ao nascer.

Harry vinha conversando com outros membros da família real antes de fazer a confirmação da renúncia.

“A Rainha confirmou que, afastan­do-se do trabalho da família real, não é possível continuar com as responsabilidades e deveres inerentes a uma vida de serviço público”, disse o comunica­do do Palácio de Buckingham.

“Apesar de todos estarem tristes pela decisão, o duque e a duquesa continuam sendo membros muito queri­dos da família.”

Um porta-voz de Harry e Meghan disse que os dois continuam “compro­metidos com seu dever e serviço ao Rei­no Unido e ao redor do mundo” e que eles ofereceram seu apoio contínuo às organizações que representaram, independentemente da função oficial. ”Todos nós podemos viver uma vida de serviço (público). O serviço é universal”, disse o comunicado.

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