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Mantega se diz apreensivo com impasse da dívida nos EUA

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira que está “apreensivo” com a falta de solução entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o Congresso norte-americano para a elevação do teto da dívida. Durante reunião do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), Mantega disse espera sensatez dos norte-americanos para resolver o impasse.

“Acredito na solução, mas confesso minha apreensão pelo rumo que as coisas estão tomando”, afirmou. “Seria ruim para o mundo todo se houve a incapacidade do governo americano de pagar as dívidas, o serviço público e fazer qualquer tipo de investimento”.

O ministro fez um panorama do cenário internacional e afirmou que a crise econômica que atinge os Estados Unidos e a Europa não deve ter fim nos próximos anos. Segundo o ministro, os problemas econômicos fazem parte de uma nova fase da crise financeira internacional que estourou no final de 2008.

“A crise não terminou, mas mudou de fase. Deixou de ser privada, dos bancos, e passou a ser soberana, os países assumiram a crise do setor privado. A solução não é simples e deve se prolongar por vários anos. Eles continuarão crescendo, mas ainda terão problemas”.

Sobre os problemas na economia européia, que atinge Portugal e Grécia, por exemplo, ele foi cauteloso quanto ao poder de recuperação. “Não devemos esperar uma recuperação do continente europeu nos próximos anos”.

Mantega afirmou que “a economia brasileira já se ajustou ao período pós-crise”, principalmente, pelo fortalecimento fiscal e eficiência do gasto público.

CENÁRIO INTERNO

Em relação à economia brasileira, o ministro fez uma avaliação positiva e disse que o país está preparado para enfrentar as dificuldades internacionais. “Apesar dessa situação difícil, o crescimento é sustentável no Brasil. O Brasil é um dos mais preparados para enfrentar esses problemas que se colocam no horizonte internacional. Seja pela solidez das contas publicas e pelo forte mercado interno. O que falta hoje no mundo é o mercado”.

O ministro destacou que parte da solidez econômica é provocada pela ascensão social dos brasileiros. “O Brasil tem grande vantagem porque construiu um grande mercado interno. Temos que fazer com que esse mercado seja desfrutado pelos brasileiros, pela forças econômicas brasileiras. Não é só a classe c que está crescendo. Tem gente passando da C para a B e até para a classe A”.

Mantega negou que a economia brasileira esteja superaquecida. “Nesse ajuste que fizemos da economia, reduzindo gastos, demandas, pretendíamos, não derrubamos o crescimento do emprego. O Brasil é dos países que mais geram emprego e não vamos deixar escapar essa conquista. É menos do que no ano passado. Eu diria que o crescimento atual é suficiente para atender as necessidades da sociedade brasileira por enquanto”.

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira que está “apreensivo” com a falta de solução entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o Congresso norte-americano para a elevação do teto da dívida. Durante reunião do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), Mantega disse espera sensatez dos norte-americanos para resolver o impasse.

“Acredito na solução, mas confesso minha apreensão pelo rumo que as coisas estão tomando”, afirmou. “Seria ruim para o mundo todo se houve a incapacidade do governo americano de pagar as dívidas, o serviço público e fazer qualquer tipo de investimento”.

O ministro fez um panorama do cenário internacional e afirmou que a crise econômica que atinge os Estados Unidos e a Europa não deve ter fim nos próximos anos. Segundo o ministro, os problemas econômicos fazem parte de uma nova fase da crise financeira internacional que estourou no final de 2008.

“A crise não terminou, mas mudou de fase. Deixou de ser privada, dos bancos, e passou a ser soberana, os países assumiram a crise do setor privado. A solução não é simples e deve se prolongar por vários anos. Eles continuarão crescendo, mas ainda terão problemas”.

Sobre os problemas na economia européia, que atinge Portugal e Grécia, por exemplo, ele foi cauteloso quanto ao poder de recuperação. “Não devemos esperar uma recuperação do continente europeu nos próximos anos”.

Mantega afirmou que “a economia brasileira já se ajustou ao período pós-crise”, principalmente, pelo fortalecimento fiscal e eficiência do gasto público.

CENÁRIO INTERNO

Em relação à economia brasileira, o ministro fez uma avaliação positiva e disse que o país está preparado para enfrentar as dificuldades internacionais. “Apesar dessa situação difícil, o crescimento é sustentável no Brasil. O Brasil é um dos mais preparados para enfrentar esses problemas que se colocam no horizonte internacional. Seja pela solidez das contas publicas e pelo forte mercado interno. O que falta hoje no mundo é o mercado”.

O ministro destacou que parte da solidez econômica é provocada pela ascensão social dos brasileiros. “O Brasil tem grande vantagem porque construiu um grande mercado interno. Temos que fazer com que esse mercado seja desfrutado pelos brasileiros, pela forças econômicas brasileiras. Não é só a classe c que está crescendo. Tem gente passando da C para a B e até para a classe A”.

Mantega negou que a economia brasileira esteja superaquecida. “Nesse ajuste que fizemos da economia, reduzindo gastos, demandas, pretendíamos, não derrubamos o crescimento do emprego. O Brasil é dos países que mais geram emprego e não vamos deixar escapar essa conquista. É menos do que no ano passado. Eu diria que o crescimento atual é suficiente para atender as necessidades da sociedade brasileira por enquanto”.

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