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Brasil se testa por vaga em Olimpíada

A seleção brasileira sub-20 tem um duplo desafio na madrugada desta quinta-feira, pelo Sul-Americano.

Primeiro: vencer o Equador (à 0h10), resultado que serviria para encaminhar a classificação para a Olimpíada de Londres em 2012.

O segundo teste para o time dirigido por Ney Franco é provar que pode sobreviver sem Neymar. “Ninguém é insubstituível”, pregou o treinador ontem. “Quem entrar no lugar do Neymar tem todas as condições de substituí-lo, ou nem estaria aqui.”

O técnico não fez mistério e anunciou o flamenguista Diego Maurício como substituto do astro do Santos. “Vou trocar um atacante por outro, não tem mistério, e a tendência é que jogue o Diego Maurício mesmo.”

O Brasil chega a esta penúltima rodada do hexagonal final do Sul-Americano em segundo lugar, com seis pontos, assim como a Argentina, a quem supera no saldo de gols (cinco, contra um).

O Uruguai, último adversário da seleção brasileira, lidera com sete pontos. O Equador, cujo desempenho surpreendeu Ney Franco, é o quarto, com cinco pontos.

Essas quatro seleções estão praticamente classificadas para o Mundial da Colômbia, em julho e agosto deste ano. Os dois melhores ganham vaga em Londres-12.

SEM DEPENDÊNCIA

Neymar é o artilheiro do torneio, fez sete gols nas seis partidas que disputou. Precisou de só dois jogos para superar Walter, goleador da última edição do Sul-Americano sub-20, com cinco.

Além de ter feito quase a metade dos gols da seleção brasileira (sete, de 17), Neymar tem sido o responsável por atrair marcadores e bagunçar defesas adversárias. O vice-artilheiro do Brasil é Willian José, com três gols.

O meia Lucas, companheiro de quarto do atacante santista, e seu oposto em personalidade, se assume como a “liderança técnica” do time, que passa por um momento difícil no Sul-Americano.

“Sem o Neymar, outros jogadores, como eu e o Oscar, serão mais visados, temos que estar preparados para isso”, disse o camisa 10.

Jogadores e técnico do Brasil também enxergam o jogo contra o Equador como uma chance de apagar a má imagem deixada na derrota para a Argentina por 2 a 1.

“Aprendemos com os erros daquele jogo. O maior deles foi cair na provocação [dos argentinos]. Tivemos um jogador expulso logo no começo da partida e isso nos prejudicou”, afirmou Lucas.

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