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Dezembro: Celebre o amor ágape neste Natal

Em dezembro celebramos o nascimento de Jesus que representa a mostra de seu amor para com a humanidade.

E ao analisarmos esse amor de Cristo, procuramos entender com a nossa mente como Deus pôde vir ao mundo, tomar a forma de homem, viver entre nós e morrer pelos pecados da humanidade para que hoje possamos ter a oportunidade de vida  eterna. Este tipo de amor transcende a explicação humana e revela o plano de Deus para o homem e o nascimento de Cristo é o epicentro do amor ágape. Por isso muitas vezes não entendemos como e porquê Deus tinha que agir desta forma para trazer o homem de volta para ele. A interpretação cristã sobre a origem de Jesus engloba este tipo de amor para descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigênito, para ser morto em favor do homem.

Existem três tipos de amor:  Eros, Philos e Ágape.  Eros é a atração saudável e necessária que um ser humano sente pelo outro. Philos é o amor sobre a forma de amizade. É aquilo que eu sinto por você e pelos outros. Quando a chama de Eros não consegue mais brilhar, é Philos que mantém os casais juntos. Ágape é o amor total, o amor que transcende o imaginável.

Quem conhece e experimenta Ágape, vê que nada mais neste mundo tem importância, apenas amar. Este foi o amor que Jesus sentiu pela humanidade, e foi tão grande que sacudiu as estrelas e mudou o curso da história do homem. Quando Cristo falou de amar os inimigos, estava referindo-se a Ágape, porque, segundo ele, era “impossível gostar de nossos inimigos, daqueles que nos fazem mal, e que tentam amesquinhar mais o nosso dia-a-dia”. Ágape é muito mais que gostar. É um sentimento que invade tudo, que preenche todas as frestas, e faz com que qualquer tentativa de agressão se torne pó.

A vida foi planejada para ser um curso de formação em amor ágape. Todas as circunstâncias que foram permitidas na vida de uma pessoa, sejam elas de alegria ou de tristeza, têm o propósito de ensiná-lo e amadurecê-lo no amor, que é o pré-requisito para participar do reinado de Deus na sua suprema economia. Este mundo é um laboratório no qual os que têm como destino o trono estão aprendendo pela prática real a ser governados pela lei do amor, princípio que eles terão de administrar na ordem social do reino eterno.

Quando amamos e acreditamos do fundo de nossa alma em algo, nos sentimos mais fortes que o mundo, e somos tomados de uma serenidade que vem da certeza de que nada poderá vencer nossa fé. Esta força estranha faz com que sempre tomemos as decisões certas, na hora exata, e ficamos surpresos com nossa própria capacidade quando atingimos o nosso objetivo.

O apostolo Paulo translitera a sublimidade dessa palavra fortalecendo o conceito cristão.

“Que para mim é o mais perto que nossa concepção sobre o amor pode alcançar por palavras, até mesmo pela palavra ‘Amor” ser um sentimento abstrato, que se abstém de tudo que não é benigno, mas manifesta sua forma literal em gestos, atitudes, sentimentos sinceros dignos de representar a mais perfeita semelhança de Deus na sua real essência e imagem natural.

Em 1° Coríntios 13, encontramos 15 características do “Amor” divinamente escrito na mais humilde suplicia que ninguém já mais conseguiu descrever tão bem quanto o mais sofrido do Apóstolo, o menor de todos os servos.

O amor é sofredor: Quando amamos aprendemos a renunciar nós mesmos, e aprendemos a sofrer as fraquezas, torná-las em força para continuar.

É benigno: Benigno por nos ensinar o caminho que nos conduz a felicidade, que nos leva de volta ao jardim de sua glória, de onde vimos, mas ele nos amou primeiro, se realmente amo, como digo, então procuro ser a imagem e a semelhança de Deus.

O amor não é invejoso: Esse amor que não se inveja, é a certeza de que realmente eu tenho a confiança que eu amo de verdade, estou livre de sentimentos como ciúme, lascívia, e me livra de desacertos no relacionamento, ou em outras áreas sentimentais e até mesmo familiar.

O amor não trata com leviandade: Quando amamos verdadeiramente alguém, somos verdadeiros, não procuramos ser promíscuos com a verdade, mas completamente unidos no mesmo vinculo do amor que é a base de um relacionamento sadio, um leito sem mácula.

Não se ensoberbece: É quando existe uma humildade, um reconhecimento mútuo, que não existe Rei sem Rainha, é a dependência da esposa, ou noiva, e o reconhecimento das conquistas conjuntas que vem das benções de DEUS.

Não se porta com indecência: É quando o caráter é colocado a prova, quando respeitamos o próximo no que desrespeita a nós mesmos, e quando deixamos de fazer o que não gostaríamos que nos fosse feito, e quando o respeito e colocado em primeiro lugar.

Não busca os seus interesses: Esse amor é lindo é quando deixamos de olhar para nós mesmos, e procuramos livre a partilha, em compartilhar o que sentimos uns pelos outros.
É quando somos capazes de repartir o nosso pão com o próximo, ajudar os necessitados, quando exercemos o amor pelo meio da obras, é o amor se transliterando, na prática, no visível, é a manifestação visível do amor.

Não se irrita: Quando somos ornamentados com as primícias do amor, temos a temperança, temos a capacidade de ouvir e falar na hora certa, somos pacíficos, andamos pela longanimidade da benevolência, colhemos os frutos da paz. Não suspeita mal: Essa qualidade se torna uma virtude na vida do Cristão, que não vê as coisas com maldade, mas busca a reta justiça.

Não folga com a injustiça:
Esse sentimento de não folgar com a injustiça é maravilhoso. Não conformar com a injustiça, e nem se alegrar com ela, mas sim ser a luz da justiça entre meio a obscura nuvem da injustiça, com o resplendor do amor em nossas vidas.

Tudo sofre: Quando estamos solidificados e arraigados no amor que Deus divinamente no supri, aprendemos sofrer todas as circunstâncias cruciais que vida às vezes inesperadamente nos surpreende.

Tudo crê: Acreditar no amor e viver, e não deixar a luz se apagar, é acreditar que Deus existe, e quando cremos que tudo é possível ao que crê, quando acreditamos no amor, significa que acreditar em nós mesmos, que somos capazes de ser feliz, e dar sempre uma nova chance para nossa vida e felicidade, e acreditar no próximo, e acreditar que somos vencedores.

Tudo espera: Esperar requer paciência, significa perseverar, se estou realmente amando, creio que Deus está agindo na vida da pessoa que amo, trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro. Nunca desanimo.

Tudo suporta: Pela pessoa amada somos capazes de suportar, relevar, perdoar e amar.

Finalmente, podemos dizer que o AMOR ÁGAPE é aquele amor que se dá e se sacrifica pelo mais alto bem da outra pessoa. Tal sublime amor prático é completamente abnegado, ou seja, busca o que é melhor para aquele que ama. O AMOR ÁGAPE também é dedicado, ou seja, continua amando aconteça o que acontecer.

I Coríntios 13:1-2 afirma que AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. I Coríntios 13:2- E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

O que é amor?

A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação.

Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida.

É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).

As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade. Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer ser vivo ou objeto.

Estilos de Amor

Susan Hendrick e Clyde Hendrick desenvolveram uma Escala de Atitudes Amorosas baseados na teoria de Alan John Lee, teoria chamada Estilos de Amor. Lee identificou seis tipos básicos em sua teoria. Nestes tipos as pessoas usam em suas relações interpessoais:

• Eros – um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física
• Psiquê – um amor “espiritual”, baseado na mente e nos sentimentos eternos
• Ludus – o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão
• Storge – um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade
• Pragma – amor pragmático, que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora
• Mania – amor altamente emocional, instável; o estereótipo de amor romântico
• Agape – amor altruísta; espiritual

De acordo com a pesquisa de Hendrick e Hendrick, os homens tendem a ser mais lúdicos e maníacos, enquanto as mulheres tendem a ser stórgicas e pragmáticas. Relacionamentos baseados em amor de estilos semelhantes tendem a durar mais tempo. Em 2007, pesquisadores da Universidade de Pavia liderados pelo Dr. Enzo Emanuele forneceram provas da existência de uma base genética para variações individuais em verificada na Teoria dos Estilos amorosos de Lee. O Eros relaciona-se com a dopamina no sistema nervoso e a Mania à serotonina.

Outros tipos de Amor

Eros
Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física, e frequentemente compele as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo de relação sexual. Ao contrário vem a Psiquê, que representa o sentimento mais espiritual e profundo.

Pragma
Pragma (do grego, “prática”, “negócio”) seria uma forma de amor que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar? Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.

Philia
Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos como uma forma incondicional de amar.

Amor Interpessoal

O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Esse amor refere-se aos sentimentos de amor que precisam de reciprocidade. Amor Interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.

Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:

•  Carinho: sentimentos de ternura e / ou querendo proximidade física;
•  Atração: satisfazer necessidades básicas emocionais;
•  Altruísmo: altruísta ou altruísta preocupação para outrem;
•  Reciprocidade: se o amor é recíproco;
•  Compromisso: um desejo de manter o amor;
•  Intimidade emocional: a troca de emoções e sentimentos;
•  Amizade: o espírito entre amigos;
•  Parentesco: laços familiares;
•  Paixão: desejo constante, sentido via modificação do ritmo cardíaco;
•  Intimidade física: compartilhamento do espaço pessoal e íntimo;
•  A auto-interesse: quando se visa recompensas;
•  Serviço: desejo de ajudar.

A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atração sexual, muitas vezes esse sentimento, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afeto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.

Definindo o amor Ágape

Ágape (do grego transliterado para o latim “ágape”), é uma das diversas palavras gregas para o amor. A palavra foi usada de maneiras diferentes por uma variedade de fontes contemporâneas e antigas, incluindo os autores da Bíblia. Muitos pensaram que esta palavra representa o amor divino, incondicional, com auto-sacrifício ativo,
pela vontade e pelo pensamento.

Os filósofos gregos nos tempos de Platão e outros autores antigos usaram o termo para denotar o amor a um esposo ou a uma família, ou a afeição para uma atividade particular, em contraste com philia, uma afeição que poderia ser encontrada entre irmãos ou a afeição assexuada, e eros, uma afeição de natureza sexual.
Um exemplo de amor Ágape é o amor de Deus para com a humanidade.

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