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Covid 19: Israel começa a retirar restrições após redução de infecções da segunda onda no país

AUTORIDADES RECONHECERAM QUE SUAVIZARAM AS RESTRIÇÕES MUITO RÁPIDO DA
PRIMEIRA VEZ E AGORA ESTÃO ADOTANDO UMA ABORDAGEM MAIS GRADUAL

Israel anunciou que começará a amenizar o segundo lockdown nacional decretado devido ao coronavírus me­diante redução contínua da taxa diária de infecções, e que examinará a melhor maneira de reabrir sítios sagrados em Jerusalém.

Grande parte da economia continu­ará desativada, mas, no final de outubro, os negócios que não oferecem serviços ao consumidor, creches, jardins de infân­cia, parques nacionais e praias reabrirão, informou o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

O Ministério da Saúde e outras auto­ridades também começarão a esboçar diretrizes para reabrir locais sagrados da cidade velha de Jerusalém a grupos pequenos, entre eles a Igreja do Santo Sepulcro, o Muro das Lamentações e o complexo reverenciado como Monte do Templo pelos judeus e pelos muçulmanos como Santuário Sagrado.

Israel impôs seu primeiro lockdown entre meados de março e o final de maio, achatando uma onda inicial de covid-19, mas as infecções dispararam quando escolas e negócios reabriram, passando a certa altura de 9 mil casos novos diários em uma população de 9 milhões de habitantes.

No dia 18 de setembro, todo o país voltou a ser submetido a um lockdown total. Desde então, autoridades reconhe­ceram que suavizaram as restrições muito rápido da primeira vez e agora estão ado­tando uma abordagem mais gradual.

Com o lockdown e o número de ca­sos de covid 19 no país, o turismo em Israel tem sido afetado em quase 100%, uma vez que as caravanas de turistas para visitar a Terra Santa estão suspensas por tempo indeterminado. A previsão é de que, com a redução dos casos, o turismo volte em meados de 2021. As expectati­vas são de melhora no país.

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