Lytron
Census
cultureholidays
My Partner

Flávia Alessandra e Otaviano Costa

CUMPLICIDADE E PAIXÃO DEFINEM UM DOS CASAIS MAIS QUERIDOS DA TV BRASILEIRA

Texto de ALETHÉA MANTOVANI
@aletheamantovani

O casal Otaviano Costa e Flávia Alessandra é, sem dúvida alguma, um dos mais carismáticos e queridos da TV brasileira. Ambos esbanjam simpatia e bom humor por onde passam e pare­cem estar sempre de bem com a vida e cada vez mais apaixonados um pelo outro.

Os atores se conheceram há 13 anos, durante um evento que participaram num cruzeiro pelo Mar Mediterrâneo, e foi amor à primeira vista, ou melhor bom humor à primeira vista, conforme brinca Otaviano. Conclusão, após cinco meses de relacionamento eles já estavam casados e muito felizes.

A harmonia e o entrosamento do casal são escancarados para quem quiser ver, seja nas redes sociais, na TV ou mesmo em situações do dia a dia. Eles brincam juntos, dão muitas risadas e expõem o carinho que têm um pelo outro de um modo leve e descontraído.

Dessa bonita união nasceu Olívia, hoje com 10 anos de idade. Já Flávia Alessandra tem tam­bém a filha Giulia, de 20 anos, fruto do seu primeiro casamento com o ator Marcos Paulo. Sobre a educação das meninas, Otaviano e Flávia afirmam que também estão alinhados quando precisam decidir algo ou estabelecer regras, pois sempre chegam a um consenso, até mesmo quando a opinião deles é divergente.

A vida profissional do famoso casal é bastante intensa, mas teve uma pausa forçada durante a pandemia. Agora eles estão retomando as atividades com os devidos cuidados que o momento exige. Flávia voltou a gravar a novela “Salve-se Quem Puder” e Otaviano estreou o seu novo programa “OtaLab” em julho, na home do site UOL e nos perfis do Twitter, Facebook e YouTube da empresa. Já as gravações do programa “Extreme Make Over Brasil”, também comandado por Otaviano no canal Discovery Home & Health, devem ficar durante mais algum tempo em stand by.

Confira a entrevista que eles concederam à Linha Aberta Magazine.

LINHA ABERTA: Como vocês se conheceram? Quem se aproximou primeiro? Foi amor à primeira vista?

OTAVIANO COSTA: A gente se conheceu no início do ano de 2006, quando fomos convidados para apresen­tar o mega evento de uma das maiores redes de pos­tos de gasolina do Brasil, a bordo de um navio, fora do país. E esse navio, por coincidência, se chamava Costa Fortuna. Coincidência porque eu e a Flávia sempre tivemos o Costa em nossos sobrenomes, mesmo antes do casamento. E foi engraçado porque nós éramos recebidos pelo staff da produção, seja no navio ou nos aeroportos, como senhor e senhora Costa, pois todos achavam que nós fossemos casados – isso era só um presságio do que vinha pela frente. Durante dez dias a bordo nós não podíamos ser vistos pelos convidados, mais de 1500 brasileiros que estavam lá com a gente. Então, nós tínhamos que almoçar, jantar e lanchar juntos. A Flávia tinha que usar peruca porque havia acabado de sair da novela Alma Gêmea e estava super conhecida, mais do que nunca, pois essa trama teve uma audiência de novela das oito. Então, nós tivemos que fazer uma operação de guerra para não sermos vistos, os roteiros tinham que ser às avessas, o que os brasileiros faziam nós tínhamos que fazer ao contrário e assim por diante. E isso deu a oportunidade para a gente se aproximar muito, se conhecer demais, tanto que após cinco meses nós estávamos casados. Portanto, eu dei os primeiros passos e acho que foi, na verdade, um bom humor à primeira vista e que depois virou amor.

FLÁVIA ALESSANDRA: Eu quase não fui a esse evento no navio porque na ocasião da viagem aconteceria o aniversário de 70 anos do meu pai, haveria uma missa. Porém, o meu pai foi um comandante de navio, com boa lábia e, ao saber pelo meu agente que eu estava recusando o trabalho porque pretendia estar no aniversário dele, falou: “Negativo, minha filha! O que eu mais prezo é a independência financeira e o trabalho de vocês. Por isso, o seu pai vai ter muito orgulho de saber que você estará trabalhando! Outra coisa, você vai estar em alto mar, a bordo de um navio, portanto é a pessoa que estará mais próxima da essência do seu pai”. Enfim, ele com essa história toda conseguiu me engabelar (risos) e eu fui. Então, por ironia, nessa viagem eu conheci o Otaviano. Eu tinha que circular disfarçada no navio para a galera não me reconhecer, pois tinha acabado de fazer a novela Alma Gêmea, então a gente usou e abusou dessa brincadeira de peruca, ficávamos até tarde da noite isolados. Enfim, deu no que deu, nós nos aproximamos demais e foi uma delícia o convívio. Quando a gente estava em terra firme, sentimos falta um do outro. Aí chegamos à conclusão que era para nós estarmos juntos mesmo.

LINHA ABERTA: Como é ser um casal famoso? Vocês convivem bem com a fama do outro? O fato de ambos serem famosos ajuda no entrosamento do casal?

OTAVIANO COSTA: A gente vive e convive muito bem sob esse aspecto, a começar por nossas estruturas familiares, os nossos pais e irmãos, tanto do lado da Flávia, quanto do meu. São pessoas que tratam com muita naturalidade desse nosso universo, sem des­lumbre ou encantamento. Nossa família não gira ao redor da gente, ao contrário, nós somos mais um casal, temos a nossa profissão, o nosso caminho, a nossa jornada, assim como os outros filhos. E isso também se estende para os sobrinhos, para as nossas filhas, e assim por diante. E é por isso que lidamos tão bem, pois sabemos os prós e contras dessa prateleira da fama. Então, eu e a Flávia, por estarmos há tantos anos fazendo a mesma coisa e sob esse mesmo holofote, nos bons ou maus momentos, já aprendemos a lidar muito bem com isso.

FLÁVIA ALESSANDRA: A gente leva uma vida muito normal e às vezes até esquece desse fator. Se eu quero fazer programas com as meninas em ponto turístico, nós acabamos virando ponto turístico no fim (risos), pois eu esqueço. Mas, a gente tem muita admiração um pelo outro, muito orgulho, de tudo isso ser resultado do nosso trabalho, graças ao bom Deus! É uma relação muito saudável, positiva e construtiva aqui em casa.

LINHA ABERTA: O que vocês priorizam e consideram ser essencial na vida a dois?

OTAVIANO COSTA: A gente considera e prioriza abso­lutamente a nossa família, as nossas filhas, os nossos pais e irmãos, os amigos e as pessoas que nos cercam. A gente acredita que esse é o pilar fundamental mais sólido e valioso da nossa jornada. O resto, claro que a gente admira, valoriza e ama o que faz como profis­sional, pois nos dá muito prazer, mas nada substitui a família. Sem ela, ou seja, sem tudo isso que está aqui dentro da nossa casa e dentro dos nossos corações, o resto perde a graça.

FLÁVIA ALESSANDRA: A gente prioriza muito estar em família e com as nossas meninas, na maioria das vezes. E isso acontece tanto, que adiamos a nossa lua de mel e preferimos ir para a Disney da Califórnia com a Jujuba (Giulia). Então, nós preferimos estar com as crianças ainda. Por outro lado, a gente também se alerta para nos priorizarmos como casal. Então, volta e meia, falamos: “Opa! Quer saber? Esse é o nosso momentinho, sim! Essa é a nossa viagem!” Mas, o fato é que os dois amam estar em família. Então, ao priorizarmos a família nós estamos nos preenchendo também.

LINHA ABERTA: Vocês são muito assediados pelos fãs? Já houve algum episódio problemático em relação ao assédio?

OTAVIANO COSTA: Sim, a gente é muito assediado, mas da melhor maneira possível, especialmente nesses tempos digitais, nas redes sociais. Nunca houve exatamente um episódio problemático, pelo menos do meu lado, com relação ao assédio. É claro que existem fãs e fãs, tem aquela fã que você sabe que não quer só um autógrafo, uma foto ou selfie, pois ela quer mais. E isso a gente detecta rapidamente, pois nós temos um radarzinho ligado. A Flávia também percebe muito bem quando alguém que vem com uma mão-boba querendo abraçar a cintura, com uma “mãozinha” no lugar errado para fazer a foto. A gente já está há tanto tempo fazendo isso que já entendeu esta convivência e já detecta quem é quem nesse jogo de aproximação.

FLÁVIA ALESSANDRA: Eu acho que a gente não teve problema algum, apenas fatos isolados, mas não por sermos um casal. Só tem aquilo que eu falei, ou seja, eu esqueço que a gente é famoso e, de repente, nos vemos lá no Cristo Redentor rodeados de gente tiran­do foto, e o meu único grilo é sempre a Olívia. Nessas horas, eu combino para ela grudar na minha perna, porque vem sempre muita gente se aproximar e eu fico preocupada em perdê-la de vista. Com a Giulia idem, quando está conosco, pois também é cercada. Esse é o único porém, mas nós somos todos cercados de amor, de carinho, de boas energias e de coisas boas.

LINHA ABERTA: Qual dos dois é o mais ciumento? Vocês já se desentenderam por este motivo?

OTAVIANO COSTA: Eu acho que sou o mais ciumento porque revelo mais o meu ciúme. A Flávia revela de uma outra maneira. Nós já nos desentendemos por este motivo em alguns momentos. Essa ciumeira fora do tom foi importante até porque gerou uma reflexão e nos aproximou mais dessa conversa, para que nós não perdêssemos o controle da relação, para ser algo colaborativo e não destrutivo. Eu sou um marido que posta foto da Flávia de biquíni, pois adoro valorizar a minha mulher e idolatrar a sua beleza. Então, eu não posso demonstrar moeda oposta disso. Eu acho que precisa ter bom senso e a gente vai descobrindo isso. Às vezes é difícil porque tem um malandrão que vai tentar se aproximar da sua esposa ou a deixará cons­trangida, de uma maneira ou de outra. Portanto, não dá para ser tudo paz e amor, também tem que alertar: “Opa! Olha só, é a minha esposa, tá?”

FLÁVIA ALESSANDRA: Otaviano é o mais ciumento. Eu acho que a gente já teve mais desentendimentos por este motivo. A relação foi amadurecendo cada vez mais e eu acho que isso foi diminuindo, enfim, nós soubemos equilibrar essa questão.

LINHA ABERTA: Vocês sempre quiseram ter as suas profissões atuais? Caso não fossem atores, e o Ota­viano também apresentador, o que vocês gostariam de ser?

OTAVIANO COSTA: Eu nunca planejei ser um artista, um comunicador ou ator. Eu fui para São Paulo jogar vôlei com 14 anos. Então, a primeira profissão que estava no meu radar era a de atleta. Eu joguei profissionalmente com vários esportistas famosos do Brasil, como o Marcelo Negrão, o Tande e o Giovane. Portanto, acho que tudo aconteceu naturalmente em nossa jornada. A Flávia é formada em Direito, ela é uma advogada, e eu acabei entrando na faculdade de comunicação, onde cursei propaganda, publicidade e marketing – mas nunca me formei. Hoje, se eu penso em outra profissão talvez seria alguma ligada à educação, à carreira de professor ou até em relação ao negócio da educação. Eu venho de uma família de educadores, então quem sabe eu teria alguma escola ou universidade.

FLÁVIA ALESSANDRA: Eu sempre quis ser atriz, mas acabei cursando uma faculdade porque chegou a época, eu tinha feito 17 anos, e a carreira de atriz ainda não tinha decolado – ainda porque eu trabalhava des­de os 7 anos de idade. Então, eu fui cursar Direito por conta disso. Na verdade eu fui atrás de uma carreira que pudesse me dar um sustento, mas eu sempre quis ser atriz.

LINHA ABERTA: Como vocês convivem com as críticas? Vocês já tomaram alguma atitude mais séria em relação a alguma crítica mais agressiva ou mesmo sobre uma mentira que saiu na imprensa?

“É muito difícil falar do futuro quando você tem uma pandemia ainda incerta sobre a sua resolução. Nós estamos tentando retomar devagarzinho e seguindo os protocolos de saúde. A Flávia está voltando com as gravações da novela e eu com as minhas lives e os meus programas. Nós estamos fazendo com que a conversa continue, não só com o nosso público, mas com os nossos clientes.” – OTAVIANO COSTA

OTAVIANO COSTA: Após tantos anos de janela, a gente não sobreviveria se não aprendesse a conviver com esse tipo de situação, pois faria muito mal à nossa saúde mental. Mas, eu e a Flávia já entendemos muito bem os dois lados dessa moeda e, mais do que isso, já conhecemos todos os veículos, todos os jornalistas e todas as pessoas que estão por trás das críticas, boas e ruins, construtivas ou destrutivas. E a gente já sabe quem é quem e, portanto, nos importamos com aque­les que têm respeito por nós, com aqueles que nos fazem provocações, reflexões, que têm sentido no que escrevem. Para estes vale a pena olhar, porque a mal­dade pela maldade ou a má intenção pela má intenção a gente nem bota no calendário, na conta. É claro que, quando entra no aspecto pessoal, se for necessário e como já aconteceu várias vezes, há sim uma resposta, ou pela imprensa ou por nossas redes sociais.

FLÁVIA ALESSANDRA: A crítica é algo que faz parte da nossa profissão. Eu acho que ninguém gosta de ouvir uma crítica, mas eu acho que ela pode ser passada de uma forma construtiva quando ela é bem dita, quando ela é bem feita, e aí é ponto para os dois lados. Com relação à crítica, a gente nunca tomou uma atitude mais severa, mas com notícia sim, já tomamos atitudes mais rígidas para combater e sanar o mal pela raiz.

LINHA ABERTA: Vocês pensam da mesma maneira em relação à educação e às orientações que dão para as suas filhas, Giulia e Olívia? O casal já divergiu em alguma circunstância?

OTAVIANO COSTA: Eu tenho absoluta certeza que o meu olhar e o da Flávia é o mesmo em relação à educação e às orientações que damos às nossas filhas . Com raríssimas exceções a gente tem alguma diferen­ça, mas são rapidamente resolvidas e até respeitadas. De repente, a Flávia tem alguma impressão sobre isso ou aquilo, ou mesmo eu, daí a gente troca uma ideia e vê o que é melhor. A gente tenta passar para elas o que os nossos pais nos transmitiram sobre o lado humano, os valores. Nós já temos muito orgulho da Giulia, que está com os seus 20 anos de idade e é uma menina ­-mulher incrível, com valores maravilhosos. A Olívia também, em todos os aspectos. A gente quer, fortalece e estimula que elas ganhem personalidade, formem as suas ideias e tenham os seus pensamentos, para que possam ir mundo afora poderosas, fortes e plenas de si. O que interessa é que elas sejam felizes e realizadas como essas próximas mulheres do futuro.

FLÁVIA ALESSANDRA: Eu acho que a gente pensa da mesma maneira. Será, gente? Vou até perguntar para o Otaviano! (risos) Mas, eu acho que a gente pensa igual e tem os mesmos cuidados e princípios, preza pelas mesmas coisas. Eu e o Otaviano nos parecemos muito, além de termos o Costa nos sobrenomes, nós somos parecidos na forma de pensar sobre moral e caráter. Por isso, tudo fica mais fácil.

LINHA ABERTA: Como vocês estão enfrentando esse período de pandemia? Como está a vida profissional de cada um?

OTAVIANO COSTA: No início ficamos assustados e querendo saber o que era o coronavírus, o lockdown chegou e a nossa interrupção profissional, tanto da Flávia na novela, quanto a minha no programa. As meninas tiveram que continuar os seus estudos de casa e a gente dispensou os funcionários para irem se cuidar. Após o entendimento do aspecto profissional, começou o do lado pessoal, os familiares, amigos e as pessoas que estavam sendo atingidas pela doença no Brasil. Então, nós começamos a ver os números das vítimas, os problemas financeiros, os amigos cujos pequenos negócios estavam quebrando, as pessoas muito pobres sofrendo demais. E a gente aqui desse lado tentando ser solidário, abrindo as nossas redes digitais, colaborando financeiramente e pessoalmente para a arrecadação de alimentos e outros recursos. E aí veio a necessária reinvenção profissional, pois após três meses a gente também viu que as oportunida­des estavam surgindo para uma mudança. A Flávia estava apenas aguardando o retorno da novela, mas também se transformou digitalmente e aproveitou para se conectar com outros públicos e eu também. A gente gravou campanhas publicitárias aqui de casa e entendemos que era um momento para ajudar as companhias, marcas e clientes parceiros. Então, eu acho que todo mundo se deu a mão nesse momento e criou um círculo de retomada, pois houve no meio dessa situação uma boa chance de buscar novas alternativas pessoais e profissionais.

FLÁVIA ALESSANDRA: As gravações foram suspensas durante a pandemia, mas a vida seguiu e continuou com “vinte mil” projetos. Aqueles que eram presen­ciais foram transformados para o virtual, isso desde o leilão da Brazil Foundation até o bazar beneficente que eu iria fazer, além das campanhas de arrecadação ao combate da Covid-19, como a ajuda para o sustento de algumas famílias. Na verdade, a gente está traba­lhando mais do que nunca, porque além das tarefas de casa, nós acrescentamos outras com mil calls, reuniões e contatos. E o resultado foi maravilhoso, pois conseguimos arrecadar 11 milhões de reais, além da transformação de outros projetos. Então, a vida não parou e agora eu retomei as gravações. É vida que segue aos pouquinhos, com o “novo normal” e, se Deus quiser, tudo isso vai passar.

LINHA ABERTA: Quais os projetos para os próximos meses e para 2021?

OTAVIANO COSTA: É muito difícil falar do futuro quando você tem uma pandemia ainda incerta sobre a sua resolução. Nós estamos tentando retomar devagarzinho e seguindo os protocolos de saúde. A Flávia voltando com as gravações da novela e eu com as minhas lives e os meus programas, fazendo com que a conversa continue, não só com o nosso público, mas com os nossos clientes. Eu acho que a gente vai ter uma resolução sobre o coronavírus, se Deus quiser, e irá estabelecer algumas coisas mais imediatas do que propriamente para um futuro distante.

FLÁVIA ALESSANDRA: O projeto para os próximos meses é que esse ano acabe logo. Mentira! (risos) Eu tenho a novela “Salve-se Quem Puder” para finalizar, além de vários projetos da Brazil Foundation, outros pessoais que eu estou conseguindo tirar do papel e, mais do que nunca, eu estou ficando muito em casa com as meninas, intensamente. Então, a gente está tirando as coisas positivas desse momento e tentando transformá-las.

Share

Related posts