My Partner
Census
cultureholidays
Lytron

Prolongado o Estado de emergência em vigor há mais de 3 anos no Egito

“A MEDIDA FOI DECLARADA PELA PRIMEIRA VEZ APÓS DOIS ATAQUES BRUTAIS A IGREJAS COPTAS NO NORTE DO
EGITO, QUE DEIXARAM DEZENAS DE MORTOS”, SEGUNDO O PRESIDENTE DO EGITO, ABDUL FATAH AL-SISI.

O Parlamento do Egi­to aprovou no final de julho a prorro­gação por mais três meses do estado de emergência, que está em vigor ininterruptamente desde abril de 2017, quando houve dois ataques brutais contra a minoria cristã, e que está sendo prolongada, apesar da diminuição da violência no país.

A agência de notícias ofi­cial Mena informou que mais de dois terços dos deputados apoiaram a extensão do esta­do de emergência, decretado pelo presidente Abdul Fatah Al-Sisi. A prorrogação entrou no dia 27 de julho, por um período de três meses, em todo o território nacional, de acordo com o decreto emitido pelo presidente e enviado ao Parla­mento para aprovação.

O estado de emergência foi declarado pela primeira vez em abril de 2017, após dois ataques brutais a igrejas coptas no norte do Egito, que deixaram dezenas de mortos e foram reivindicadas pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

No entanto, a Constitui­ção egípcia apenas permite a extensão do estado de emergência por um período máximo de seis meses conse­cutivos, de modo que o Parla­mento renova sua validade a cada três meses, deixando um intervalo de vários dias a cada seis meses para superar esse limite estabelecido pela Carta Magna.

As autoridades afirmam que as medidas excepcionais são necessárias para com­bater o terrorismo islâmico, tanto do ramo egípcio da EI como do grupo da Irmandade Muçulmana, que governou o Egito entre 2012 e 2013, e mais tarde foi declarado terrorista. O presidente do Egito é Abdul Fatah Khalil Al-Sisi.

Share

Related posts