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Como Me Tornei Empreendedora nos EUA

Vou contar para você neste artigo como sai da posição de funcionária e me tornei CEO, sendo premiada como Empreendedora Internacional na cidade de Newark em Outubro 2019. Cheguei aos Estados Unidos da América – EUA, em 2009, sem saber me co­municar corretamente com a língua inglesa, vencer esta barreira foi um de meus maiores desafios. Eu acordava às três da manhã para ser chapeira em um restaurante de fast food local. No Brasil eu sou advogada e pianista, vinda de uma família razoavel­mente bem financeiramente.

Alguns poucos anos foram suficientes para eu me tornar frustrada, mesmo fazendo cursos de inglês oferecidos pelo Estado de Massachusetts, eu trabalhei por anos apenas servindo a comunidade brasileira da região como assistente de DayCare (casas de famílias que possuem uma licença do estado para cuidar de até 10 crianças), por estar longe da família por tanto tempo e ser a primeira vez que estava me “sustentando” sem a ajuda deles fiquei ainda mais ansiosa, sem energia e cheguei a marca de 127 kilos.

Minha família me pressionava a voltar para o Brasil, onde eu relutava arduamente por acreditar ainda que eu poderia vencer por mim mesma. Nesta época, você pode até pensar que era orgulho em não querer dar o braço a torcer, mas eu te garanto que não. Eu tinha uma voz interior que me garantia: “aguenta firme, você vai conseguir…”

Na época o meu desejo maior era me encon­trar como ser humano, ser feliz, estar realizada com um trabalho que eu gostasse, (eu amava cuidar de criança) porém sabia que não era algo que eu faria para sempre e poder me sentir bem comigo mesma me olhando no espelho.

Com trinta anos de idade eu me via em um cenário onde todos, menos eu, eram culpados pelas minhas misérias e frustrações. Assim, eu sobrevivia me sustentando com salários de subempregos, mo­rando em um quarto alugado na casa de um casal brasileiro, com um carro muito velho que sempre dava problemas e completamente desanimada da vida. Até que um dia eu assumi toda a responsa­bilidade daquela situação e o milagre começou a acontecer: finalmente eu decidi AGIR.

Como descrevemos no primeiro parágrafo deste capítulo – são as decisões que tomamos que determinam nosso futuro; foi através de minhas atitudes diferenciadas que alcancei uma das minhas maiores oportunidades de vida, aquela que mudou e continua mudando minha trajetória até os dias atuais: ser eleita a Porta Voz do Conselho do Cidadão do Consulado Brasileiro de Boston, no ano de 2018-2020 representando mais de 300.000 brasileiros do estado de Massachusetts.

“É no momento de decisão que seu destino é traçado”. Anthony Robbins. E você já parou para refletir sobre as decisões do passado que até hoje interferem na sua qualidade de vida? Esta decisão pode ter sido o término de uma amizade, uma viagem, um relacionamento, uma nova oportunida­de de emprego ou coisas simples como um curso de um novo idioma.

O fato é que determinadas ações geram decisões que podem mudar para sempre o rumo de nossas vidas e a pergunta que quero lhe fazer hoje é: Qual a decisão que se você tomasse hoje poderia mudar completamente a sua história? E assim foi comigo.

De algumas “grandes” derrotas nos EUA fui persistente e comecei a me conectar com pessoas. As vezes com um: “Sorry I speak English so so” mas muita coragem, persistência e determinação.

E as coisas começaram a acontecer de maneira calma, extraordinária e real.

Hoje posso afirmar: depois de 5 anos desta decisão e vários reconhecimentos e títulos, o que importa é você vencer quem você. É e ser sua melhor versão todos os dias.

Hoje a minha empresa ajuda pessoas a não trilharem o caminho árduo das pedras que eu trilhei. Facilitamos tudo na arte da comunicação e conexão para que as pessoas já venham ou estejam com a informação clara, certo e direta do que precisam VALOR.

  1. Respeito – ME COLOCAR NO LUGAR DO OUTRO
  2. Comunicação – ter clareza na comunicação de forma direta e sem julgamento, usar a palavra com o poder de contribuir e esclarecer
  3. Humildade – saber que não sou melhor que ninguém, que estou aqui para aprender e se puder contribuir que seja para o bem
  4. Liderança – inspirar as pessoas, ser testemunho de vida, ter autoridade no que falo e inspirar para que as pessoas queriam viver o seu melhor e poder mostrar o caminho
  5. Honestidade – saber fazer o certo sem ninguém estar olhando, ser integro, ser a melhor pessoa a cada dia

MISSÃO DO COACH

Minha missão de vida é ser comunicativa, persistente e conectar pessoas utilizando a minha capacidade de me colocar no lugar do outro e fazer a corrente do bem para inspirar milhares de pes­soas a terem fé que é possível se reinventar, sonhar e realizar, impactando vidas e sendo respeitada para ser ouvida pelo mundo para causas realmente importantes.

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