Trump Assina Diretiva em Passo para Criar Força Espacial dos EUA

O presidente Donald Trump tomou um passo necessário para que parlamen­tares deem início ao longo processo de criação de uma Força Espacial norte­-americana, um novo braço das Forças Armadas dedicado a lidar com ameaças no espaço. Trump assinou a Diretiva de Políticas Espaciais 4, que cria a base necessária para uma iniciativa legislativa que pode estabelecer a Força Espacial como um novo serviço militar comparável à Marinha dos EUA.

Em uma cerimônia de assinatura no Salão Oval, Trump disse que a Força Es­pacial é uma prioridade de segurança na­cional. O memorando orienta o Departa­mento de Defesa a “dispor seus recursos espaciais para deter e combater ameaças no espaço” através do estabelecimento da Força Espacial que faria parte da Força Aérea. A criação da força espacial precisa ser aprovada no Congresso.

A Força Espacial seria um braço armado das Forças Armadas e incluirá tanto funções de combate como de apoio ao combate para permitir rápidas e constantes operações espaciais ofensivas e defensivas”, de acordo com o memorando.

Os Estados Unidos hoje são líderes no desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial, mas não possuem um plano governamental para incentivar a criação de inovação de ponta – algo que diversos países, como a China e Coreia do Sul, já tem há anos. Isso vai mudar por­que o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva criando a Iniciativa de Inteligência Artificial dos EUA.

Segundo fontes de diversos veículos do país, o plano terá cinco frentes: pesquisa e desenvolvimento, liberação de recursos, discussão ética, automação e cooperação internacional. Entre as mudanças, as agências federais receberão um pedido para priorizar pesquisas com o tema em seus orçamentos federais, enquanto bases de dados públicas serão liberadas para pesquisadores, especial­mente em setores como saúde e transpor­te. Também serão incentivadas discussões para o que é ético ou não se fazer com inteligência artificial e como os EUA po­derão colaborar com outros países, sem perder os “valores americanos”.

A título de comparação, o site americano The Verge listou 18 países que já tem iniciativas para inteligência artificial – os orçamentos variam entre US$ 20 milhões por ano, no caso da Austrália e na Dinamarca, a US$ 2 bilhões, na Coreia do Sul.

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