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UE Anuncia Que Vai Acelerar Preparação para Brexit Sem Acordo

O negociador europeu para o Brexit, Michel Barnier, afirmou que a União Europeia acelerará sua preparação para um Brexit sem um acordo, enquanto espera que o Rei­no Unido indique como quer proceder depois que seu Parlamento ter rejeitado o acordo de saída. “Nossa resolução é evitar esse cenário, mas também temos a responsabilidade de ser claros, e é por isso que vamos intensificar nossos esforços para nos prepa­rar para essa eventualidade”, disse Barnier, durante debate no plenário da Eurocâmara sobre o resultado do voto.

Ele insistiu que o acordo selado em novembro entre Bruxelas e Reino Unido governo britânico é o “melhor compromisso” possível e que, após o “claro” voto contra ele, cabe agora ao governo britânico indicar o próximo estágio. A Câmara dos Comuns rejeitou, por 432 votos contra e 202 a favor, o acordo pa 202 a favor, o acordo para a saída do Reino Unido pactuado entre Londres e Bruxelas, apesar das garantias oferecidas pela UE sobre a solução de salvaguarda para a fronteira entre as duas Irlandas para facilitar a aprovação no Parlamento britânico.

Barnier afirmou que a “prioridade absoluta” da UE nas será conseguir uma saída ordenada do Reino Unido, mas ressaltou que faltando poucas semanas para o dia 29 de março, prazo fixado para a retirada do país “o risco de ‘nenhum acor­do’ nunca pareceu tão alto”. Por isso, afirmou, o trabalho de preparação para este cenário em que a Comissão, os Estados-Membros e o Parlamen­to Europeu trabalharam nos últimos meses será acelerado. Isso será feito, disse ele, “em colabo­ração com todos os parceiros, que poderiam ser chamados em um curto período de tempo para adotar medidas urgentes neste cenário”.

Além disso, o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, disse que a UE tem que abordar a perspectiva de um “Brexit sem acordo”, com o objetivo de proteger os direitos dos cida­dãos europeus que vivem no Reino Unido e os britânicos que vivem no resto da UE “que serão as primeiras vítimas de uma saída desordenada”. No entanto, ele afirmou que é necessário ver como o Parlamento britânico pretende proce­der para encontrar uma solução “o mais breve possível”.

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