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62% Aprovam Montagem do Governo Bolsonaro, diz Pesquisa da XP

 

A população tem aprovado as escolhas de Jair Bolsonaro no início de governo, indica levantamento do Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas). Encomendada pela XP Inves­timentos a pesquisa mostra que 62% da população aprova a montagem do governo e as primeiras medidas anunciadas. A pesquisa foi realizada de 9 a 11 de janeiro de 2019. Foram ouvidas 1.000 pessoas por telefone em todo o país. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. Apenas 29% desaprovam e 9% não souberam responder.

A pesquisa indica que Bolsonaro também agrada mais que o ocupante anterior da cadeira, Michel Temer: 40% aprovam o governo, 29% consideram a gestão regular, 10% não aprovam o governo e 11% não souberam responder. Temer terminou o governo com 68% dos entrevistados considerando seu governo ruim ou péssimo. Apenas 7% avaliavam a gestão como boa ou ótima.

Uma das promessas de campanha de Bolsonaro é o fim da corrupção. No discurso de posse, ele convocou o Con­gresso para “ajudar na missão de libertar definitivamente a pátria desta mazela”. Os entrevistados se mostraram otimistas com o cumprimento da promessa: 54% acham que corrupção irá cair nos próximos 6 meses; 16% acreditam que a corrupção terá aumentado ou aumentado muito e outros 28% disseram que ela continuará como está.

A pesquisa também pediu aos en­trevistados para avaliar de personalidades políticas conhecidas em uma escala de 0 a 10. O ministro Sergio Moro, respon­sável pela pasta da Justiça e Segurança Pública, teve a melhor média (7,3). Ficou à frente de Bolsonaro, que teve nota 6,7. O ministro tem sob sua subordinação a Polícia Federal e as operações da Lava Jato. Para assumir o posto, Moro teve que deixar a magistratura. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, que não conseguiu a re­eleição para Casa em 2018, foi o mais mal avaliado entre as personalidades políticas. Ficou com 3,8. A confiança sobre o man­dato de Bolsonaro cresceu em comparação a 2018. Em novembro, logo depois das eleições, 57% se mostravam positivos com a gestão. O número passou para 63% em janeiro. Apenas 15% disseram achar que o mandato será ruim ou péssimo. 3% ou não responderam ou não souberam responder.

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