Feijoada

O Legado de Billy Graham, o Mais Influente Pregador dos EUA

O pregador evangélico norte-americano Billy Graham, morreu no dia 21 de fevereiro, aos 99 anos, em sua casa, na Carolina do Norte. Confidente de Richard Nixon, conselheiro espiritual de George W. Bush e de Dwight Eisenhower e próximo de Bill Clinton, entre outros presidentes norte-americanos, Graham foi uns dos pastores mais influentes da história do seu dos Estados Unidos, um verdadeiro transformador da vida religiosa nacional. Doente de câncer e do mal de Parkinson, estava havia mais de uma década aposentado dos púlpitos. Seus concorridíssimos sermões, que ele chamava de “cruzadas”, deram a ele a fama de um homem anguloso, com uma lista considerável de admiradores e críticos.

Billy Graham nasceu em 1918 numa família de agricultores e começou sua carreira como pregador nos subúrbios de Chicago. A fama começou a obter alcance nacional a partir dos anos cinquenta, depois de uma primeira grande cruzada em Los Angeles (1949) e outra que promoveu em 1957 em Nova York e o consagraria como um astro religioso. Ao todo, mais de 200 milhões de pessoas assistiram aos mais de 400 sermões que proferiu ao longo da sua vida, que dedicou também a promover o trabalho missionário por todo o mundo.

Só em um país onde a religião está tão presente na política, e onde as referências a Deus são frequentes nos discursos de republicanos e democratas, entende-se a relevância histórica de Billy Graham. Ajudou George W. Bush a superar o alcoolismo e é apontado como o responsável pelo renascimento religioso do ex-presidente republicano (2001-2009). A morte de Billy Graham foi lamentada por líderes políticos e religiosos de todo o mundo, entre eles o presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), e o ex-presidente Barack Obama (Partido Democrata).

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