Angela Merkel diz que reunião do G7 na Itália foi seis contra um: Trump

Documento de poucas páginas resumiu encontro de poucos resultados.
Acordo de Paris continua parado à espera da decisão dos Estados Unidos.
O encontro anual dos líderes dos sete países mais industrializados do mundo terminou neste sábado (27) na Itália. A primeira-ministra da Alemanha descreveu o encontro como sendo seis contra um – Donald Trump.
Um documento de poucas páginas, um encontro de resultados modestos. A líder alemã, Angela Merkel, definiu o G7 de Taormina como insatisfatório. O americano Donald Trump escreveu que o entendimento sobre o combate ao terrorismo significou a melhor parte. Foi o único assunto para o qual Trump realmente demonstrou interesse. Sobre o clima, o presidente americano prometeu que vai responder em uma semana.
O Acordo de Paris está parado, à espera da posição dos Estados Unidos. Depois de obter vitórias em quase todas as áreas, quanto ao comércio, Donald Trump fez uma concessão: aceitou que o texto final desse G7 contemplasse a expressão “luta contra o protecionismo”. Não muda a sua política, mas pode ameniza-la, comentam alguns observadores.
Antagonistas nas ambições do comércio internacional, Alemanha e Estados Unidos duelaram. Descendente de alemães, Trump ouviu de Angela Merkel que a Alemanha tem muitos investimentos nos Estados Unidos.
Outra vontade de Trump prevaleceu: cada país vai poder decidir quantos imigrantes deseja acolher e quando, podendo fechar as fronteiras, se necessário.
O governo de Paolo Gentiloni esperava pode dividir com os outros os milhares de refugiados que chegam às ilhas sicilianas e escolheu Taormina como sede do encontro para tentar sensibilizar os convidados. Mas a Itália foi a grande derrotada do G7 que preparou.

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