Taxa média de desemprego no Brasil cai para 6,8% em 2014

Taxa média de desemprego no Brasil cai para 6,8% em 2014

A taxa média de desemprego no Brasil caiu de 7,1%, em 2013, para 6,8%, em 2014, segundo um novo indicador divulgado nesta terça-feira, que é mais preciso do que o tradicionalmente usado para medir o desemprego no país.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que mede o desemprego trimestral em 3.464 cidades, é mais amplo e detalhado que o indicador antigo, a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que é divulgada mensalmente e leva em conta apenas as seis maiores regiões metropolitanas do país.
Segundo o novo indicador, divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego caiu ligeiramente pelo terceiro ano consecutivo. Em 2012, havia ficado em 7,4% da população economicamente ativa.
De acordo com o indicador antigo, a taxa média de desemprego nas maiores cidades do país em 2014 foi de 4,8% da população ativa, abaixo dos 5,4% medidos em 2013 e a menor desde 2002.
O novo indicador mediu uma taxa média de desemprego de 6,5% no último trimestre do ano, abaixo dos 6,8% calculados no terceiro trimestre, mas acima dos 6,2% registrados no mesmo período de 2013.
O número de desempregados no Brasil caiu de 6,7 milhões no terceiro trimestre do ano passado para 6,5 milhões nos últimos três meses. O número de pessoas empregadas subiu em 993 mil entre um trimestre e outro, até chegar a 92,9 milhões no último trimestre.
Enquanto o desemprego entre os homens ficou em 5,6% no último trimestre, entre as mulheres a taxa foi de 7,7%. Por idades, o índice ficou em 14,1% para as pessoas entre 18 e 24 anos, em 6,3% para as que têm entre 25 e 39 anos, e 3,3% para as que têm entre 40 e 59 anos.
Por nível de escolaridade, o índice foi de 11,6% entre os que não concluíram o ensino médio, de 6,8% para os que não concluíram o ensino superior, e de 3,4% para os que têm formação universitária.
PETROQUÍMICA DE SUAPE

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Taxa média de desemprego no Brasil caiu para 6,8% em 2014. EFE/Marcelo Sayão

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