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Marte pode ter tido um lago capaz de conter formas de vida primitivas

 

A novidade é dada pelo robô explorador Curiosity que descobriu indícios da existência de um lago de água doce na Cratera de Gale. Os investigadores consideram que estas são as provas mais fortes de que já pode ter havido vida em Marte.

A probabilidade de haver vida em Marte neste momento são baixas, tendo em conta as condições atmosféricas do planeta. Mas parece que existem fortes probabilidades de no passado ter existido vida no planeta vermelho. A sonda Curiosity recolheu fortes indícios da existência de um lago de água doce capaz de suportar várias formas de vida primitivas.

A notícia está a ser avançada por vários meios de comunicação internacionais, como o The New York Times e o The Guardian. A acontecer, a vida em Marte poderá ter existido há 3,5 mil milhões de anos. Os investigadores estimam que o lago poderá ter existido durante 100 mil anos.

Apesar de o Curiosity não ter sido construído para ser capaz de detetar este tipo de informações sobre vida microbiológica, os dados enviados para a Terra pelo robô vão ajudar a apurar a plausibilidade de ter havido vida no planeta "vizinho".

Um dos geólogos que faz parte da equipa de investigação do Curiosity, John P. Grotzinger, considera que alguns microorganismos podem ter encontrado uma forma de vida "agradável" no lago marciano, tal como aconteceu no planeta Terra. "Todos os ingredientes essenciais à vida estavam presentes. O ambiente pode ter existido tempo suficiente para que a vida se tivesse sustentado, prosperado, crescido e multiplicado", revelou o investigador ao NYT.

Os novos indícios tiveram origem em dois elementos do solo analisados pelo Curiosity e que apresentaram grandes semelhanças com elementos existentes na Terra. O suposto lago terá coberto uma área superior a 100 quilómetros.

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