O retorno do Made in USA

Nesta edição a Linha Aberta fala sobre o sentimento Made in USA que está contagiando os americanos e sendo ponto de discussão na pauta de reunião de empresários nos Estados Unidos.

O próprio governo americano está apresentando um discurso que busca o investimento das empresas na indústria dentro do país. E o
presidente Barack Obama é um grande defensor do retorno das indústrias ao país.

Em uma economia que ainda luta para recuperar os postos de trabalho perdidos com a crise, o anúncio de que a motorolla gerará 2 mil empregos locais alimentou o debate sobre um possível ‘renascimento’ da manufatura americana.

Porém, mesmo os economistas mais otimistas com a nova ‘viabilidade’ produtiva dos EUA afirmam que o made in USA terá um significado bem diferente do de antes. Hoje eles buscam a industrialização de produtos de alta qualidade.

Um renascimento da indústria americana pode ser viável? Quais os custos reais do Made in USA? O resultado final, que representa o preço final ao consumidor, pode ser competitivo para os produtos Made in USA?

Será que o consumidor quer comprar um produto de alto nível, como um telefone da Apple, uma bolsa da Juice Couture, com a etiqueta Made in China? Qual o real valor do Made in USA?

Estas são algumas das perguntas apresentadas na matéria de capa da revista Linha Aberta deste mês. Confirma esta e outras matérias na edição de agosto da Linha Aberta.

Boa leitura!

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