Freedom Climb: A escalada pela liberdade

Gildélia Moromisato. FOTO: DIVULGAÇÃO

by Helen Schmidt

Uma grande montanha, 45 mulheres de mais de 7 países diferentes. Um total de 16 noites e 17 dias de escalada de 18,192 ft de altitude. São esses alguns números que têm feito parte da vida da mineira de Coronel Fabriciano, Gildélia Vieira Moromisato, e da catarinense de Criciúma, Ana Lucia B. Luz, que em abril estiveram no Nepal compondo a equipe que subiu as gélidas trilhas do monte Kala Patthar, no Everest.

O propósito da escalada é ampliar a conscientização global, oração e captação de recursos para a causa do tráfico humano, sendo uma voz para os que não têm voz. “Queremos propor uma maior conscientização a respeito do assunto e pressionar ainda mais aqueles que são os opressores, levando também mais conhecimento a todos, afim de prevenir o crescimento deste crime que segundo a ONU já é o terceiro maior crime internacional”, informou Gildélia, que participou, no ano passado, da  primeira Conferência Anual do Freedom Climb, no Colorado.

O projeto é, na verdade, um dos diversos ministérios e trabalhos humanitários desenvolvidos pela Agência Missionária Interdenominacional OM – Operação Mobilização, que possui base em diferentes países, inclusive o Brasil. 

Segundo ela, a ação também visa mobilizar pessoas com o compromisso de orar por esta causa, além de levantar recursos para os projetos que lutam contra a desumanidade, as injustiças e os diferentes abusos vividos por mulheres e crianças pelo mundo. “Esperamos que, através dos recursos levantados na escalada deste ano, cada mulher atinga o alvo de 10.000 dólares para que mais de 10.000 vítimas sejam resgatadas da triste situação em que estão vivendo”

O grupo explica que nem todos podem participar da escalada, mas todos podem contribuir de alguma maneira. A contribuição financeira é também uma forma de envolvimento importante para que diversas atividades de reabilitacao dessas vítimas sejam efetuadas, levando dignidade, educação, justiça e esperança a essas pessoas. 

O Freedom Climb realiza diferentes projetos nos países em que esta inserido, e cada um deles possui uma estratégia prática para resgatar e reinserir cada mulher ou criança a uma vida digna e justa. O Freedom Climb é um dos projetos da agência missionária OM – Operação Mobilização, e começou como um sonho de algo tangível que pudesse ser feito para aumentar a conscientização e dar voz às vítimas do tráfico humano.

Em 11 de janeiro de 2012, quarenta e oito mulheres de sete países diferentes se reuniram na Tanzânia para subirem o monte Kilimanjaro. A partir de então, anualmente, o desafio aumenta e as estatísticas do caos diminuem. Atualmente 30 projetos compõem o Freedom Climb e cada um deles propõe soluções reais e tangíveis para cada realidade de cada país.

Para conhecer mais sobre o Freedom Climb e seus projetos visite o site (em inglês) thefreedomclimb.net. Em português, visite o site da agência OM no Brasil, om.org.br/#!freedom-climb/ciap.

As contribuições podem ser feitas na página om.org.br/#!contribuicao-freedom-climb/c10hh, ou através de depósito identificado  na conta da OM Brasil: Banco Bradesco – Agência 0225-9 / Conta Corrente 20.310-6 (o depósito precisa ser identificado ou é necessário enviar um email para designar o recurso para o Freedom climb no email finance.br@om.org). Saiba mais sobre o tema também através do facebook do Freedom Climb e envolva-se com esta causa!

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