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Cresce apelo por segurança privada em aeroportos americanos

Parlamentares insatisfeitos com o desempenho da Agência de Segurança do Transporte dos Estados Unidos (TSA) voltaram a insistir em uma proposta que busca permitir que os aeroportos utilizem scanners corporais de empresas de segurança privada. Com isso, a agência poderia se concentrar mais em seu papel de vigiar, ao invés de operar e supervisionar a segurança feita nos aeroportos.

Apenas 16 dos 450 aeroportos comerciais dos Estados Unidos usam empresas de segurança privada, que são controladas e supervisionadas pelo TSA de acordo com regras criadas pelo Congresso quando criou a agência. Mas nos últimos anos a agência de segurança rejeitou os pedidos feitos por diversos aeroportos para participar do processo de triagem privado – uma decisão que alguns membros do Congresso e oficiais de aeroportos gostariam de mudar.

Defensores da privatização dizem que este procedimento poderia economizar o dinheiro da agência e que as empresas de segurança privada são mais eficientes e eficazes do que o governo em executar tais operações. "Sei que eles têm um melhor desempenho, pois vi os resultados de um teste que foi feito com essas empresas", disse John L. Mica, presidente do Comitê de Transporte da Câmara.

Nesse cargo, Mica tem acesso a relatórios confidenciais que avaliaram a TSA, incluindo um relatório efetuado pelo Gabinete de Prestação de Contas do Governo sobre a eficácia dos scanners de tecnologia avançada que a agência tem instalado nos aeroportos.

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