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Maratona da Disney dá medalha de primeiro lugar para o brasileiro Fredison

Atletas de 50 estados dos Estados Unidos e de 60 países de várias partes do mundo participaram do final de semana de eventos de “Maratona da Disney.  No total, foram 54 mil corredores nos arredores do Walt Disney World. Além dos brasileiros que vivem em Orlando, muitos vem de outras cidades e até de outros países somente para participar da grande Maratona com 42 km.  As duas brasileiras, Ana Carolina Fontes e Sheila Peixoto, ambas professoras de inglês em Belo Horizonte, vieram para Orlando para participar da competição. Apesar do favoritismo do brasileiro Adriano Bastos, que foi campeão 7 vezes na Maratona da Disney, sendo que 6 anos consecutivos desde 2005; este ano, foi o brasileiro Fredison Costa, de 33 anos, que recebeu a medalha de primeiro lugar. O baiano, que vive no interior de São Paulo, carrega uma história de determinação e coragem, por ser o retrato vivo do povo brasileiro.

Fred saiu da lavoura para as pistas. Sua história é super interessante. Ex-lavrador e ex-frentista, hoje é campeão maratonista. Começou a treinar há 1 ano  e vive do esporte há 5 meses. Durante este tempo, já participou da Maratona em Buenos Aires, na Argentina, onde ficou em quinto lugar; na Maratona de Berlim, na Alemanha, onde competiu com 45 mil atletas, fazendo parte dos 2 mil da elite (considerados os melhores do mundo), e ficou em vigésimo quinto na geral e em terceiro lugar entre os brasileiros e na Maratona da Disney do ano passado, em que foi vice-campeão.

Super feliz, o campeão brasileiro Fred diz que, apesar da boa preparação, atribui sua vitória ao incentivo do público presente e ao clima mágico dos parques, sob um sol com a temperatura ideal para a competição, apesar da estação de inverno. Fred também falou da excelente organização do evento. Além de fazer um agradecimento especial aos seus patrocinadores: Baterias Heliar, Supermercado Pão de Açúcar e Studio Run Up, ele também agradeceu a imprensa local que o apoiou. Hoje, a meta do atleta é conseguir um índice olímpico – em Londres (2012) e no Brasil (2016).

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