Como usar nossa Inteligência Emocional

O tema desta edição da Linha Aberta é inteligência emocional. Muitas pessoas nunca ouviram falar sobre o assunto, por isso, acreditamos que todos precisamos saber mais sobre nossa inteligência emocional. Para isso, precisamos entender como somos e como agimos diante das situações que se apresentam em nossas vidas diariamente. A enciclopédia Livre Wikipédia define a Inteligência Emocional como a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.

Nos últimos cinco anos, de acordo com estudos e pesquisas, o investimento das organizações no treinamento e desenvolvimento dos profissionais em Inteligência Emocional cresceu na ordem de 48%. As empresas que têm um RH forte e estratégico estão influenciando as lideranças na percepção de que podemos lidar com as emoções, assim como lidamos com a matemática e a física.

Controlar e dominar os impulsos negativos emocionais como ansiedade, frustração, raiva e tristeza fazem com que as pessoas tenham foco para incorporar o autoconhecimento, a autoconsciência, empatia, e isso traz benefícios até mensuráveis para a qualidade de vida e a produtividade.

O psicólogo Daniel Goleman, com seu livro “Inteligência Emocional”,  traz o conceito da inteligência emocional como maior responsável pelo sucesso ou insucesso das pessoas. A maioria da situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Desta forma pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão, gentileza têm mais chances de obter o sucesso.

O psicólogo Gilberto Vitor afirma que Inteligência Emocional está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns.

O psicólogo Marco Antonio Lampoglia explica que quem demonstra controle emocional, autoestima elevada e autoconfiança têm capacidade para identificar muitas soluções para os problemas enfrentados no dia-a-dia. Ele explica que administrar conflitos é uma das competências que mais exige o uso da habilidade ou capacidade emocional, uma vez que no ato de uma negociação a pessoa demonstra ou não equilíbrio entre razão e emoção. As duas se complementam, pois técnica, experiência e visão são fundamentais, porém tudo isso se torna poderoso quando aliado à Inteligência Emocional.

Na matéria de capa da Linha Aberta o pastor e professor Paulo Abreu apresenta o tema Inteligência Emocional explicando que esta é a capacidade que o homem tem de perceber, entender e influenciar suas próprias emoções e as de outras pessoas. Ele fala que a Inteligência Emocional pode ser trabalhada para que a pessoa tenha um melhor desempenho na sua vida pessoal e profissional. Para isso, a pessoa precisa se conhecer, gerenciar a si própria, ter motivação e saber motivar e gerenciar outras pessoas.

Boa leitura.

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